Quais são as inovações que constroem o futuro do dinheiro? Saiba

O jeito de fazer pagamentos já mudou, e isso interfere no futuro do dinheiro. Leia este post e saiba mais sobre isso!

Categoria: Inovação

Categoria: Inovação

Há algum tempo, dinheiro eram apenas aquelas cédulas e moedas que as pessoas carregavam de um lado a outro. Quando muito, podia ser convertido em cheques ou outro meio que representasse o crédito. Mas o tempo passou e nós podemos afirmar que estamos prestes a viver o futuro do dinheiro.

Hoje, não só naturalizamos o uso de cartões de crédito e débito, como adaptamos inúmeras formas de trocar valores, como transferências eletrônicas, Pix e moedas que tampouco seriam imagináveis antes. Então, que tal ficar por dentro do que você pode esperar a partir daqui? Fique de olho!

Quais as inovações que constroem o futuro do dinheiro?

Mas como será o uso do dinheiro no futuro? Ainda existirão os processos que conhecemos hoje? Precisaremos de cartão de crédito ou débito quando podemos fazer um Pix com o celular? Essas questões são absolutamente normais, especialmente quando tentamos prever o comportamento do mercado financeiro para nos preparamos.

Por isso, a seguir compartilhamos alguns das principais mudanças prováveis para o futuro do dinheiro. Confira!

Criptomoedas

Os pagamentos com criptomoedas já são uma realidade em muitos estabelecimentos. Depois de registrados na blockchain, um livro digital distribuído e descentralizado que reúne essas operações, as marcas passam a operar com tais moedas.

As transações não são editáveis, o que aumenta a segurança para quem realiza essas operações. Dessa maneira, a possibilidade de fraude é muito remota. Além disso, esse tipo de pagamento é tão fácil quanto qualquer outra transação digital.

Crescimento de fintechs

As fintechs também já foram olhadas de lado, logo que chegaram ao mercado, conquistando a desconfiança daqueles mais adeptos às transações convencionais. Quando lançaram processos inovadores como os cartões de crédito administrados por aplicativos, receberam reações que incluíam questionamentos do tipo: como posso confiar em um banco que não tem agência física?

Hoje, no entanto, isso é algo extremamente comum. Além disso, graças à competitividade criada pelas fintechs, foram desenvolvidas soluções cada vez mais baratas para os usuários, o que inclui taxas de serviços menores ou a isenção de encargos.

Portanto, a tendência é de que esse modelo seja cada vez mais frequente e se expanda para muitos outros aspectos do setor financeiro. Hoje, já contamos com facilidades absurdas para realizar financiamentos, conseguir empréstimos, obter crédito e assim por diante.

Pagamento por app

Os pagamentos instantâneos por aplicativo também são um indício na queda do volume de transações feitas em espécie. Isso porque são validadas em tempo real, a qualquer horário e dia da semana. Isso tudo sem qualquer custo adicional na maior parte dos casos.

A ideia é tornar esse tipo de transação tão simples ou mais do que a realizada com cédulas. E, considerando o fato de que os comerciantes não precisarão de troco, podemos dizer que é ainda mais fácil. Para isso, basta que ambos os envolvidos tenham uma conta e a aplicação no celular.

Wearables

Começou a ganhar forma na nossa vida através da tecnologia NFC, que possibilita o pagamento por aproximação. Essa solução foi incorporada por meio dos cartões de crédito e hoje já estão adaptadas a pulseiras, anéis e todo tipo de acessório vestível.

A finalidade é dispensar o uso de senha ou qualquer procedimento que torne o processo de pagamento mais lento para transações de baixo valor, o que geralmente é estipulado até em torno de R$100,00.

O dinheiro de papel vai acabar?

O dinheiro de papel, assim como outros métodos de pagamento que já se tornaram obsoletos, não vai acabar completamente. Na verdade, o que vai acontecer é que ele provavelmente cairá em desuso, diminuindo consideravelmente o número de pessoas que optam por pagar suas compras dessa forma.

Esse já é um debate antigo, devido à transformação digital. A ideia de uma sociedade sem dinheiro já era abordada lá em meados dos anos 60. Porém, como era uma realidade distante, as discussões ainda não tinham tanta ênfase. Hoje, no entanto, com a inovação digital, as possibilidades são outras.

O que se pode esperar é uma intensificação das transações digitais e uma migração dos meios de pagamento, reduzindo cada vez mais as operações finalizadas com notas e moedas. Alguns governos já implementaram medidas que visam incentivar e acelerar esse processo, como é o caso da Índia, China e Suécia.

No caso da Suécia, por exemplo, a previsão é de que até 2025 a maior parte dos estabelecimentos nem aceitem mais pagamentos com dinheiro físico. Na Índia, suas duas notas de maior valor já foram tiradas de circulação. Na China, foi popularizado um aplicativo de pagamento que visa substituir as cédulas.

No Brasil, estamos dando os primeiros passos em direção a essa mudança mais consistente. Com a adesão ao Pix, o Banco Central estimula as transações por meio digital, que em sua grande maioria não geram custo nenhum para os usuários.

Quais os sinais de que esse futuro já está chegando?

Alguns indícios já vêm trazendo os primeiros sinais de que essas tendências e projeções provavelmente se consolidem. O aumento das transações por qualquer meio digital que seja já aponta para uma boa vontade por parte dos usuários em aderirem a serviços mais tecnológicos.

Falando nisso, os recursos e inovações tecnológicas relacionadas a essas transações financeiras também caminham a passos largos. A facilidade dos cartões de crédito, débito e pré-pago são exemplos disso, assim como os pagamentos por aproximação, o uso de carteiras digitais e de QR Codes.

Os motivos para isso são bastante claros:

-o dinheiro em espécie é algo que custa caro, seja para produzi-lo, seja para mantê-lo em circulação;

-os pagamentos digitais são fáceis, rápidos e seguros, barrando a maior parte dos contras;

-o Banco Central está investindo a digitalização do dinheiro;

-o país tem um projeto de lei que visa o fim do dinheiro impresso.

O que é preciso fazer para se preparar para isso?

Não existe fórmula secreta para se preparar para tais mudanças. O melhor meio de não ficar para trás é ir incorporando esses recursos no seu dia a dia, experimentando aquelas alternativas com as quais você sente mais afinidade e confiança.

Mas tenha em mente que a informação dos seus dados financeiros, compartilhados entre as instituições durante essas transações, é algo protegido. Desse modo, o open finance é seguro e serve apenas para facilitar e melhorar a sua vida financeira.

Agora já está por dentro de tudo o que precisa saber sobre o futuro do dinheiro. Você já viu que não é um bicho de sete cabeças, pelo contrário, é uma maneira de atribuir mais praticidade ao seu dia a dia e reduzir aqueles riscos relativos a roubos e afins.

E já que está interessado em saber mais sobre o futuro do dinheiro, que tal descobrir qual é a diferença entre banco digital e fintech?

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