Quando o assunto é prezar pelo conforto ao volante, não tem como ignorar o sistema de direção. Ele determina quanta força você faz para girar as rodas, como o carro responde nas curvas e até o consumo de combustível.
Atualmente, existem diferentes tipos de direção de carros, cada qual com tecnologia, custo de manutenção e características próprias. Quer entender como cada um funciona e descobrir qual combina mais com você? Continue a leitura e saiba mais!
Quais os componentes do sistema de direção do veículo?
Antes de escolher entre os vários tipos de direção de carros, vale entender as peças que trabalham em conjunto para que as rodas virem no tempo certo e na medida certa.
A seguir, explicamos cada um dos componentes do sistema de direção de um veículo. Veja:
Volante
O volante é o ponto de contato entre o motorista e o carro. Além de ser responsável por transmitir a força aplicada pelas mãos para a coluna de direção, ele também é capaz de concentrar múltiplas funções, como piloto automático, som e telefone.
Seu diâmetro, peso e revestimento influenciam no conforto e na precisão da direção do carro.
Coluna de direção
A coluna liga o volante à caixa de direção. Ela conta com juntas universais que permitem pequenos ângulos sem travar o sistema, além de mecanismos de colapso para absorver impactos em batidas.
Caixa de direção
A caixa de direção é considerada o coração do sistema. Ela é capaz de converter o movimento circular do volante em movimento linear, empurrando as barras de direção.
Além disso, a caixa de direção atua com uma combinação de engrenagens, transformando o giro do volante em um movimento horizontal transmitido às rodas. A eficiência dessa peça interfere diretamente na sensibilidade da direção.
Barras e terminais de direção
As barras de direção transferem o movimento da caixa até as rodas, enquanto os terminais articulam esse movimento, permitindo esterçar sem comprometer a suspensão.
Folgas ou ressecamento nessas peças geram ruídos, vibrações e desgaste irregular dos pneus — sinais clássicos de que algo não vai bem no sistema.
Afinal, quais os tipos de direção de carros?
Agora que você já domina quais são os componentes do sistema de direção e entende o seu funcionamento, chegou o momento de compreender cada tecnologia de assistência.
Se você está insatisfeito e pensando em trocar seu veículo por conta da direção, no BV é possível encontrar opções de financiamento para todos os tipos de direção de carros. Confira o artigo “Financiamento de Veículos: confira seu guia completo aqui!” para saber mais sobre o assunto!
Mas vamos ao que interessa: abaixo, explicamos cada um dos tipos de direção: hidráulica, mecânica, elétrica e eletro-hidráulica.
Direção hidráulica
A direção hidráulica é a queridinha dos anos 1990 e 2000. Sua estrutura usa uma bomba hidráulica ligada ao motor por correia. Essa bomba pressuriza o fluido, que empurra um pistão dentro da caixa de direção, diminuindo o esforço no volante.
As vantagens desse tipo de direção de carro são conforto, sensação progressiva e manutenção relativamente simples. A desvantagem, por sua vez, é que a bomba rouba potência do motor, aumentando o consumo de combustível e exigindo troca periódica do fluido.
Por isso, se ouvir chiados ao esterçar o volante ou sentir a direção pesada, pode ser sinal de vazamento ou fluido velho. Nesses casos, o ideal é procurar uma oficina mecânica de sua confiança para fazer uma revisão.
Direção mecânica
A direção mecânica também é conhecida como manual, já que não conta com assistência e toda força sai do braço da pessoa que conduz o veículo.
A caixa é mais simples, leve e barata, além de quase não demandar manutenção – além de inspeções de folgas e lubrificação. O ponto negativo é o esforço extra em manobras de baixa velocidade.
Atualmente, a direção mecânica só aparece em carros de entrada ou em modelos mais antigos, mas ainda atrai quem busca custo baixo e simplicidade mecânica.
Direção elétrica
A direção elétrica é a evolução mais comum nos carros novos. Um motor elétrico acoplado à coluna ou à caixa de direção gera o auxílio conforme sensores medem velocidade e ângulo do volante.
O resultado é mais leveza em manobras, firmeza em altas velocidades e menor consumo de combustível, já que o motor só atua quando necessário. Nesse tipo de direção de carro, também não há necessidade de fluidos para o sistema funcionar.
Além disso, a direção elétrica possibilita recursos de segurança, como correção de faixa e estacionamento automático. Porém, se a luz da direção acender ou o volante ficar pesado de forma repentina, procure uma oficina mecânica especializada para identificar possíveis problemas.
Direção eletro-hidráulica
A direção eletro-hidráulica é o meio-termo entre hidráulica e elétrica: o fluido ainda atua sobre a caixa, mas a bomba é movida por motor elétrico, não mais por correia. Esse sistema foi transição natural nos anos 2000, antes da adoção massiva da direção 100% elétrica.
Sinais de problemas na direção do carro
Entendeu as diferenças entre os tipos de direção de carros, mas quer saber como evitar dores de cabeça antes que elas apareçam? Na sequência, apresentamos alguns sintomas clássicos de problemas no sistema, independentemente da tecnologia usada.
Direção dura
Se o volante ficou mais pesado de repente, verifique a pressão dos pneus e o nível de fluido (apenas nos casos de direção hidráulica e eletro-hidráulica).
Em sistemas elétricos, pode ser que o motor de assistência esteja falhando ou que o módulo acuse erro. Já na direção mecânica, rigidez excessiva na direção aponta desgaste na caixa ou nas juntas.
Dificuldade em manter linha reta
Carro puxando para um lado geralmente indica desalinhamento, mas também pode ser problema nos terminais de direção, folga na caixa ou até falha no sensor de torque em sistemas elétricos.
Ignorar esse sinal acelera o desgaste dos pneus e aumenta o risco de perda de controle do veículo.
Ruídos ao girar o volante
Estalos, rangidos ou chiados denunciam desde buchas ressecadas até fluido baixo na direção hidráulica. Na direção elétrica, por sua vez, ruídos podem vir da cremalheira seca ou do motor de assistência.
Por isso, quanto mais cedo identificar, menores serão os gastos provenientes de manutenções.
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