Principais lições deste artigo
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Algumas pequenas empresas sentem o peso da conta de luz no caixa, porque a energia elétrica vem subindo acima da inflação e ocupa uma parte importante dos custos fixos.
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Empresas que funcionam principalmente durante o dia costumam aproveitar melhor a energia solar, porque usam a energia no momento em que ela é gerada e reduzem a perda de créditos.
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Em 2026, o Fio B cobra 60% sobre a energia que vai para a rede e volta em forma de crédito, o que reduz a economia. Quanto maior o consumo durante o dia, menor tende a ser esse impacto.
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Financiar o projeto pode ser uma forma de instalar energia solar sem tirar todo o dinheiro do caixa de uma vez, já que o pagamento acontece em parcelas ao longo do tempo.
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O Financiamento Solar BV pode ser uma alternativa para empresas que querem viabilizar um projeto de energia solar com apoio de crédito. Simule o financiamento para o seu projeto de energia solar.
Para algumas pequenas empresas, a conta de luz pesa tanto quanto aluguel, folha de pagamento ou reposição de estoque. Um comércio que mantém ar-condicionado ligado o dia todo, uma clínica com muitos equipamentos ou um pequeno galpão com máquinas em funcionamento constante sentem esse impacto mês a mês. A energia solar entra nessa conversa como uma forma de reduzir parte desse custo, mas a decisão envolve entender regras, perfil de consumo e como encaixar o investimento no orçamento da empresa.
Por que a conta de luz é um problema diferente dos outros custos?
A conta de luz costuma crescer de forma contínua e difícil de controlar. Para uma empresa, energia é insumo de operação, não é um gasto opcional. Cada aumento na tarifa reduz a margem ou adia outros investimentos.
Em 2025, a energia elétrica residencial subiu 12,31%, enquanto o IPCA fechou em 4,26%, segundo o IBGE. Para 2026, a ANEEL projeta alta média de cerca de 8% nas tarifas de energia, novamente acima de índices de inflação amplos. Na prática, a conta de luz tende a crescer mais rápido do que outros custos.
A energia solar aparece como uma das poucas formas de tentar reduzir esse gasto de forma mais duradoura. Para isso fazer sentido, a empresa precisa olhar para o próprio consumo, entender as regras atuais e avaliar como bancar o projeto sem prejudicar o funcionamento do negócio.
A energia solar ainda vale a pena para a minha empresa em 2026?
A resposta depende do tipo de empresa, do horário de funcionamento e do espaço disponível. Para muitos pequenos negócios que funcionam principalmente durante o dia, a energia solar tende a fazer sentido.
Veja alguns pontos que ajudam nessa avaliação:
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A conta de luz representa uma parte relevante dos custos fixos do negócio.
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A empresa funciona mais no horário de sol, como comércio de rua, escritório, clínica ou pequena indústria.
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Existe espaço no telhado ou em área livre para instalar as placas solares.
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A empresa pretende continuar no mesmo endereço por vários anos.
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Existe possibilidade de usar financiamento sem prejudicar o dinheiro que a operação precisa no dia a dia.
Quando a maioria desses pontos se encaixa na realidade da empresa, a energia solar costuma ser uma alternativa a considerar com atenção. O passo seguinte é entender como o Fio B funciona e o que ele muda na economia que o sistema pode gerar ao longo do tempo.

O que é o Fio B e como ele afeta a economia em 2026?
O Fio B é a parte da conta de luz que paga a estrutura da rede de distribuição, como postes e cabos. Desde 2023, quem instala um sistema de energia solar ligado à rede passou a pagar uma parte desse custo sobre a energia que envia para a rede e recebe de volta em forma de crédito. A Lei 14.300/2022 definiu um aumento gradual dessa cobrança ao longo dos anos.
Em termos simples, quando o sistema gera mais energia do que a empresa está usando naquele momento, esse excedente vai para a rede elétrica. Esse volume vira um crédito que ajuda a reduzir contas futuras. Porém, esse crédito volta com desconto, porque o Fio B é cobrado sobre ele. Já a energia usada na hora em que é gerada, sem passar pela rede, não sofre essa cobrança.
O cronograma de aumento do Fio B segue a Lei 14.300/2022, segundo a ABGD via Canal Solar em janeiro de 2026:
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Ano |
Fatia do Fio B paga pelo consumidor |
Impacto na economia |
|---|---|---|
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2023 |
15% |
Quase total |
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2024 |
30% |
Alto |
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2025 |
45% |
Alto |
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2026 |
60% |
Moderado a alto, depende do consumo durante o dia |
Fonte: Lei 14.300/2022, via Canal Solar em janeiro de 2026.
Para empresas que funcionam durante o dia, como lojas, escritórios, clínicas e pequenas indústrias, o impacto do Fio B tende a ser menor. Uma parte maior da energia gerada é consumida na hora, sem passar pela rede. Quanto mais a empresa consome energia enquanto o sol está forte, maior costuma ser o aproveitamento sem desconto.
A economia final depende do perfil de consumo da empresa e da tarifa cobrada pela distribuidora local. Não existe um percentual único que sirva para todos os casos. A conta de luz, porém, não chega a zero. O valor mínimo de disponibilidade, que é a cobrança para manter a empresa ligada à rede, continua aparecendo na fatura.
O dilema do capital: pagar tudo de uma vez ou financiar?
Um projeto de energia solar para uma pequena empresa costuma representar um valor relevante. Pagar tudo à vista significa usar um dinheiro que poderia estar em estoque, em manutenção de equipamentos ou no capital de giro. Adiar o projeto significa continuar pagando a conta de luz cheia, que tende a subir ano após ano.
O financiamento pode ser uma alternativa para quem quer instalar energia solar sem tirar todo o valor do caixa de uma vez. Com parcelas mensais, a empresa consegue planejar melhor o impacto no orçamento e manter recursos para a operação.

O financiamento tem prazo definido, com começo, meio e fim. A conta de luz acompanha a atividade da empresa enquanto ela existir. Já o sistema fotovoltaico, que é o conjunto de placas, equipamentos e estrutura que transforma a luz do sol em energia elétrica, tem vida útil estimada entre 25 e 30 anos, segundo o Canal Solar. Depois que o financiamento termina, o sistema pode continuar gerando energia por muitos anos.
Energia é insumo direto da operação, e cada real que deixa de ir para a conta de luz pode abrir espaço para outros investimentos no negócio. O Financiamento Solar BV pode ser utilizado para ajudar a viabilizar esse tipo de projeto de forma parcelada, sujeito à análise de crédito e às condições de cada empresa.
Como o Financiamento Solar BV pode ajudar a sua empresa?
O Financiamento Solar BV foi criado para apoiar empresas que querem instalar energia solar e preferem contar com crédito para isso. Nessa solução, nós atuamos como parceiro financeiro, enquanto o projeto técnico e a instalação ficam a cargo do integrador escolhido.

O banco BV é a instituição financeira mais lembrada pelos integradores de energia solar e ocupa o primeiro lugar no ranking de financiamento de projetos de geração distribuída solar pela décima edição consecutiva, segundo a pesquisa Greener de março de 2026, que ouviu 9.669 integradores.
No Financiamento Solar BV, nós atuamos como agente financeiro. O projeto, a escolha dos equipamentos e a instalação ficam sob responsabilidade do integrador parceiro. O crédito pode ser utilizado para apoiar a empresa na realização do projeto, sempre sujeito à análise e aprovação conforme critérios e políticas internas.
O processo costuma começar por uma simulação, em que a empresa informa dados básicos do projeto e recebe uma estimativa das condições de crédito disponíveis naquele momento. Em caso de aprovação, nós conectamos a empresa a um integrador parceiro da região, que cuida das etapas técnicas e da instalação. O valor do crédito é liberado diretamente ao integrador, de acordo com o fluxo definido em contrato.
O Financiamento Solar BV pode atender diferentes perfis de pessoa jurídica, por meio de uma rede de integradores parceiros em várias regiões do Brasil.

O que avaliar antes de avançar com o projeto?
Antes de seguir com um projeto de energia solar, a empresa precisa olhar para alguns pontos práticos. Essa análise ajuda a alinhar expectativas e a reduzir surpresas ao longo do caminho.
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A aprovação de crédito depende da análise do perfil da empresa e pode variar conforme histórico, faturamento e garantias disponíveis.
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A economia real com energia solar varia conforme o consumo, a região, a tarifa da distribuidora e o horário em que a empresa mais usa energia.
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O prazo de instalação, o atendimento e a qualidade do serviço dependem diretamente do integrador escolhido.
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O valor final do projeto só fica claro depois que o integrador avalia o local e o consumo da empresa e apresenta uma proposta completa.
Comparar propostas de diferentes integradores, entender o que está incluído em cada orçamento e tirar dúvidas antes de assinar qualquer contrato são passos que podem trazer mais segurança para a decisão.
Quer entender quais alternativas podem apoiar o planejamento da sua empresa? Simule o financiamento para o seu projeto de energia solar.
Perguntas frequentes sobre energia solar para pequenas empresas
Minha empresa pode financiar energia solar?
O Financiamento Solar BV pode atender pessoa jurídica em diferentes segmentos, como indústria, comércio, escolas, clínicas e propriedades rurais. A liberação do crédito depende da análise do perfil da empresa, conforme critérios e políticas internas.
O que acontece com a conta de luz depois que o sistema é instalado?
A conta de luz continua existindo, mas tende a vir com valor menor quando o sistema é bem dimensionado e a empresa consome boa parte da energia durante o dia. O valor mínimo de disponibilidade, que é a cobrança para manter a empresa conectada à rede elétrica, continua sendo cobrado. A economia vem da redução do consumo faturado e varia conforme o perfil da empresa e a tarifa local.
Quanto tempo dura um sistema de energia solar?
Como mencionado, o sistema fotovoltaico costuma ter vida útil estimada entre 25 e 30 anos, segundo o Canal Solar. Isso significa que o sistema pode continuar gerando energia por muitos anos, mesmo depois do fim do financiamento.
O que é o Fio B e como ele afeta a minha empresa?
O Fio B é a parte da tarifa de energia que remunera a rede de distribuição. Pela Lei 14.300/2022, quem instala um sistema de energia solar a partir de 2023 passa a pagar uma fatia crescente desse custo sobre a energia que envia para a rede e recebe de volta em créditos. Em 2026, essa fatia é de 60%. A energia consumida no momento em que é gerada, sem passar pela rede, não sofre essa cobrança, o que tende a favorecer empresas que funcionam mais durante o dia.
Preciso dar entrada para financiar energia solar?
A necessidade de entrada depende da análise do perfil de crédito da empresa. Em alguns casos, a entrada pode não ser exigida. As condições são definidas caso a caso, sempre conforme critérios e políticas internas do banco BV.
Esta página tem como objetivo compartilhar conteúdos sobre temas do mercado financeiro para estimular práticas conscientes relacionadas a produtos e serviços de crédito. O material publicado é meramente informativo, não constitui recomendação, orientação técnica ou garantia de resultados. Os textos são elaborados por empresa parceira. O banco BV e suas empresas coligadas não se responsabilizam por prejuízos decorrentes da utilização deste conteúdo como referência para tomada de decisão e/ou outros fins.
Qualquer produto ou serviço do banco BV está sujeito à análise e aprovação conforme critérios e políticas internas. O banco BV não se responsabiliza por prazo de entrega, qualidade, adequação, quantidade, vícios, instalação e/ou troca da placa solar, sendo de inteira responsabilidade do instalador ou fornecedor escolhido por você. Use o crédito de forma consciente: antes de contratá-lo, consulte os valores que compõem o Custo Efetivo Total (CET), como juros, tributos, tarifas e outras despesas financiadas, e avalie se o valor das parcelas cabe no seu bolso.
O banco BV nunca solicita senhas e nunca pede qualquer tipo de depósito ou dinheiro adiantado para liberação de crédito.
Sujeito a análise. O BV não se responsabiliza por prazo de entrega, qualidade, adequação, quantidade, vícios, instalação e/ou troca da placa solar, sendo de inteira responsabilidade do instalador/fornecedor escolhido por você. Use o crédito de forma consciente, antes de contratá-lo consulte os valores que compõe o Custo Efetivo Total (CET), como juros, tributos, tarifas, outras despesas financiadas e se o valor das parcelas cabe no seu bolso.
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