Principais lições deste artigo
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A conta de luz empresarial vem subindo acima da inflação, o que torna a energia solar uma forma de reduzir custos operacionais de maneira mais estável ao longo do tempo.
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Um sistema de energia solar gera eletricidade no telhado ou terreno da empresa, envia essa energia para uso imediato por meio de um equipamento chamado inversor e pode usar o excedente para abater a conta de luz conforme a Lei 14.300/2022.
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Empresas que consomem mais energia durante o dia costumam aproveitar melhor o sistema, podem reduzir até 90% do valor da fatura e sentem menos o impacto da cobrança do Fio B.
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O financiamento pode ser utilizado para viabilizar o sistema com parcelas fixas, sujeito à análise de crédito, em vez de concentrar todo o valor de uma só vez.
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Com mais de 38 anos de história e liderança em financiamento solar, o Financiamento Solar BV pode ser uma alternativa para viabilizar seu projeto com pagamento parcelado. Simule agora seu financiamento.
Passo 1: como a energia solar é gerada no telhado ou terreno da empresa
Um sistema de energia solar começa nos painéis instalados no telhado ou em uma área livre do terreno. Esses painéis captam a luz do sol e a transformam em eletricidade dentro de pequenas partes chamadas células fotovoltaicas, que ficam dentro de cada painel.

A quantidade de energia gerada depende principalmente do tamanho do sistema e da quantidade de sol que a região recebe ao longo do ano. O Brasil tem uma das maiores médias de luz solar do mundo, mas há diferenças entre as regiões. O Nordeste, por exemplo, recebe mais sol, enquanto o Sul recebe menos. Por isso, um mesmo sistema pode gerar volumes diferentes de energia dependendo de onde a empresa está, e o retorno do projeto acompanha essa realidade regional.
Além da geração, o custo de instalação também varia entre as regiões. Fatores como distância para transporte dos equipamentos, quantidade de empresas especializadas na área e valor da tarifa local de energia influenciam o investimento total. Cada projeto é único e precisa ser avaliado com base nas condições específicas de cada empresa.
Passo 2: como o inversor transforma a energia para uso na empresa
Depois que os painéis geram eletricidade, essa energia chega em um formato chamado corrente contínua, que é diferente da energia que alimenta máquinas, computadores, iluminação e ar-condicionado da empresa. Para que essa energia possa ser usada nos equipamentos, ela precisa ser convertida para corrente alternada, que é o padrão da rede elétrica.
O inversor solar é o equipamento que faz essa conversão de forma automática. Ele recebe a energia vinda dos painéis e entrega a energia já pronta para uso, no mesmo padrão que a empresa já utiliza hoje na tomada.
O sistema continua funcionando em dias nublados ou com chuva. A geração de energia fica menor do que em dias de sol forte, mas não para completamente. A luz que atravessa as nuvens ainda é suficiente para que os painéis gerem eletricidade, mesmo que em quantidade reduzida.
Passo 3: como funciona a compensação de energia na conta de luz
Quando o sistema está gerando energia, parte dessa eletricidade pode ser usada na mesma hora pelos equipamentos da empresa. Se a empresa está consumindo energia no momento em que os painéis estão gerando, essa energia vai direto para o uso interno, sem passar pela rede da distribuidora. Esse uso direto costuma ser a forma mais eficiente de aproveitar o sistema.
Quando a geração é maior do que o consumo naquele momento, o excedente segue para a rede elétrica da distribuidora local. Esse excedente pode se transformar em créditos de energia, que podem ser usados para abater o consumo da empresa em outros horários, como à noite, ou em dias de menor geração. Esse mecanismo de créditos é regulado pela Lei 14.300/2022, conhecida como marco legal da geração distribuída no Brasil.
Uma mudança importante trazida por essa lei envolve o chamado Fio B, que é a parte da tarifa que remunera o uso da rede de distribuição de energia. Para sistemas instalados a partir de janeiro de 2023, esse custo passou a ser cobrado de forma gradual sobre a energia que é enviada para a rede e depois usada como crédito. Essa cobrança começou menor e vem aumentando ao longo dos anos. Em 2026, ela está em 60% do valor do Fio B, segundo o Canal Solar em janeiro de 2026. Essa cobrança não incide sobre a energia consumida diretamente no momento em que é gerada.
Mesmo com o sistema em operação, a empresa continua pagando um valor mínimo de disponibilidade à distribuidora, que é a cobrança pela conexão à rede elétrica. Esse valor permanece na conta, assim como outros itens, como iluminação pública. A ANEEL confirma, via CNN Brasil em março de 2026, que as tarifas seguem em trajetória de alta, o que reforça a importância de reduzir a parte do consumo que é faturada mês a mês.
Passo 4: como a economia aparece na fatura mensal
Com o sistema em operação, a empresa passa a comprar menos energia da distribuidora. A parte que é gerada e usada na hora não entra na conta. A parte que foi enviada para a rede e virou crédito ajuda a abater o consumo registrado nos meses seguintes.
O resultado costuma ser uma fatura menor. A economia pode chegar a até 90% do valor da conta, dependendo do perfil de consumo da empresa, do tamanho do sistema e da região. Empresas que funcionam principalmente durante o dia, como comércios, indústrias, escolas e clínicas, tendem a aproveitar mais o sistema, porque consomem energia justamente no horário em que os painéis estão gerando. Isso reduz a quantidade de energia enviada para a rede e, por consequência, diminui a exposição à cobrança do Fio B.

Propriedades rurais com irrigação diurna também costumam se encaixar bem nesse perfil. Já empresas com consumo concentrado à noite usam mais os créditos gerados durante o dia. Nesses casos, ainda há redução na conta, mas em proporção diferente.
A conta de luz não zera. O valor mínimo de disponibilidade e outros itens permanecem. Mesmo assim, a redução no consumo faturado pode ser relevante e constante ao longo do tempo, principalmente em um cenário em que as tarifas de energia tendem a subir acima da inflação.
Como o Financiamento Solar BV pode ajudar a viabilizar o projeto
Para muitas empresas, o principal desafio para adotar energia solar está no valor concentrado no início do projeto. Um sistema de porte comercial representa um investimento significativo, e nem sempre faz sentido tirar esse valor do caixa de uma só vez.
O Financiamento Solar BV pode ser uma alternativa para viabilizar o projeto com parcelas fixas, sem que a empresa precise usar de forma intensa o dinheiro que já utiliza na operação do dia a dia. O sistema de energia solar completo, com painéis e inversor, pode ser financiado, de acordo com a análise do perfil de crédito.

Por trás do produto está o banco BV, instituição com décadas de especialização em crédito. Nós somos a instituição financeira mais lembrada pelos integradores de energia solar, segundo a pesquisa Greener de março de 2026, que consultou 9.669 integradores sobre as linhas de crédito que utilizam. Também ocupamos o primeiro lugar no ranking de financiamento de projetos de geração distribuída solar pela décima edição consecutiva do estudo.
Nosso papel é oferecer o financiamento. O projeto, a escolha dos equipamentos e a instalação ficam a cargo do integrador escolhido pela empresa. Após a análise de crédito, nós conectamos o cliente a um parceiro próximo para dar sequência ao projeto.
Sujeito a análise. Consulte condições. De acordo com a pesquisa Greener, março de 2026.
Perguntas frequentes sobre energia solar empresarial
A energia solar funciona em dias nublados?
Funciona. Os painéis solares utilizam a luz do sol, e não apenas o calor ou o sol direto. Em dias nublados ou com chuva, a geração diminui em relação aos dias de céu aberto, mas o sistema continua produzindo energia. A quantidade gerada nesses dias depende da intensidade da luz disponível e do tamanho do sistema instalado. Para empresas que operam durante o dia, mesmo essa geração reduzida ajuda a diminuir o consumo da rede elétrica.
A conta de luz zera com o sistema solar?
Não. Mesmo com um sistema de energia solar em funcionamento, a empresa continua pagando um valor mínimo à distribuidora de energia. Esse valor existe porque a empresa permanece conectada à rede elétrica, e a distribuidora cobra pelo serviço de manter essa estrutura disponível. Além disso, itens como iluminação pública continuam aparecendo na fatura. O sistema atua principalmente na parte do consumo faturado, que costuma concentrar a maior parte do valor da conta.
O que muda com a Lei 14.300 em 2026?
A Lei 14.300/2022 organizou as regras da geração distribuída no Brasil e trouxe uma mudança gradual para sistemas instalados a partir de janeiro de 2023. Esses sistemas passaram a pagar uma parte do custo de uso da rede elétrica sobre a energia que é enviada para a rede e depois compensada na conta, custo conhecido como Fio B. Em 2026, essa cobrança já alcançou 60% do valor total desse item da tarifa. Ela não incide sobre a energia que a empresa consome diretamente no momento em que os painéis estão gerando. Empresas que operam durante o dia e usam boa parte da energia na hora da geração tendem a ser menos impactadas por essa mudança. Os créditos de energia gerados têm validade de 60 meses a partir da data de geração.
Minha empresa pode financiar o projeto solar?
Indústrias, comércios, escolas, clínicas e propriedades rurais podem estar dentro do escopo do Financiamento Solar BV. O financiamento está sujeito à análise e aprovação de crédito conforme nossos critérios e políticas internas. A simulação disponível no site do banco BV permite ter uma estimativa das condições antes de qualquer compromisso. O resultado da simulação é apenas uma referência baseada nos dados informados. O projeto final depende da avaliação técnica do integrador escolhido.
Dê o próximo passo para reduzir os custos operacionais da sua empresa
Energia solar empresarial funciona de forma direta: os painéis captam a luz do sol, o inversor converte essa energia para uso nos equipamentos da empresa e o que não é consumido na hora pode gerar créditos que ajudam a reduzir a fatura nos meses seguintes. O resultado tende a ser uma conta de luz menor ao longo do tempo.
Para empresas que funcionam durante o dia, o aproveitamento costuma ser ainda maior, porque o consumo acontece no mesmo horário da geração. Em um cenário de tarifas em alta, reduzir o consumo faturado representa uma economia que cresce junto com os reajustes.
O Financiamento Solar BV pode ser um caminho para viabilizar esse projeto. Com parcelas fixas e análise de crédito conduzida por uma instituição com longa experiência nessa área, nós oferecemos uma alternativa para que a empresa não precise concentrar todo o valor de uma só vez para começar a gerar a própria energia.
Sujeito a análise. Consulte condições.
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Qualquer produto ou serviço do banco BV está sujeito à análise e aprovação conforme critérios e políticas internas. O banco BV não se responsabiliza por prazo de entrega, qualidade, adequação, quantidade, vícios, instalação e/ou troca da placa solar, sendo de inteira responsabilidade do instalador ou fornecedor escolhido por você. Use o crédito de forma consciente: antes de contratá-lo, consulte os valores que compõem o Custo Efetivo Total (CET), como juros, tributos, tarifas e outras despesas financiadas, e avalie se o valor das parcelas cabe no seu bolso.
O banco BV nunca solicita senhas e nunca pede qualquer tipo de depósito ou dinheiro adiantado para liberação de crédito.
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