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Conta de luz alta com ar-condicionado? Veja o que fazer

Tempo de leitura: 12 min

Conta de luz alta com ar-condicionado? Veja o que fazer

Principais lições deste artigo

  • Ver a conta de luz subir mesmo usando o ar-condicionado do mesmo jeito é comum em muitos lares, porque a tarifa de energia tem aumentado acima da inflação e pesa cada vez mais no orçamento.

  • Um ar-condicionado de 12.000 BTUs ligado 8 horas por dia pode adicionar de 190 a 290 kWh por mês à conta, dependendo da tecnologia do aparelho e da região.

  • Cuidados de uso e manutenção ajudam a reduzir o consumo do ar-condicionado, mas não mudam o valor da tarifa cobrada pela distribuidora.

  • Instalar um sistema fotovoltaico, que é o conjunto de placas solares que gera energia a partir do sol, pode reduzir a dependência da rede elétrica e ajudar a proteger a conta contra reajustes futuros.

  • O Financiamento Solar BV pode ser uma alternativa para quem quer viabilizar esse tipo de projeto sem pagar tudo de uma vez, sempre sujeito à análise de crédito. Simule o financiamento para o seu projeto de energia solar.

Se a sua conta de luz aumentou depois que o ar-condicionado entrou na rotina, este conteúdo explica por que isso acontece, como o uso do aparelho impacta o consumo e quais caminhos podem ajudar a equilibrar o orçamento de forma mais duradoura.

Por que a conta de luz ficou tão alta?

A energia elétrica residencial subiu 12,31% em 2025, contra um IPCA de 4,26%, sendo o subitem de maior impacto individual na inflação do ano. Para 2026, a ANEEL projeta alta média de 8%, novamente acima da inflação. Mesmo mantendo os mesmos hábitos, a conta tende a chegar mais cara.

Quando o ar-condicionado passa a fazer parte do dia a dia, esse efeito fica ainda mais visível. O aparelho está entre os que mais consomem energia em uma residência e costuma ficar ligado por muitas horas seguidas nos dias de calor intenso. A soma da tarifa mais alta com esse uso prolongado costuma resultar em contas que surpreendem, principalmente nos meses mais quentes.

Quanto o ar-condicionado aumenta a conta de luz?

O consumo de um ar-condicionado depende principalmente da capacidade do aparelho, medida em BTUs, das horas de uso por dia e da tarifa da distribuidora da sua região. Em termos simples, quanto maior a potência e o tempo de uso, maior o consumo em kWh no fim do mês.

A tabela abaixo mostra estimativas de consumo mensal para 8 horas de uso diário e 22 dias por mês. Repare que os modelos inverter consomem bem menos energia em todas as capacidades, o que ajuda a entender por que essa tecnologia faz diferença na conta.

Capacidade (BTUs)

Consumo mensal estimado (kWh), convencional

Consumo mensal estimado (kWh), inverter

9.000

140–170

85–115

12.000

190–216

115–130

18.000

250–320

150–190

Os valores podem variar conforme o modelo, a tarifa local e o padrão de uso.

Um ar-condicionado de 12.000 BTUs ligado 8 horas por dia pode adicionar de 190 a 290 kWh por mês à conta, conforme o SimulaConta. O impacto em reais depende da tarifa cobrada pela distribuidora da sua região.

Por que a conta sobe mesmo sem mudar os hábitos?

O valor final da conta de luz não depende só do quanto o ar-condicionado consome. Outros pontos também pesam:

  • Reajuste tarifário acima da inflação: a energia elétrica residencial subiu 12,31% em 2025, contra IPCA de 4,26%. Para 2026, a ANEEL projeta alta média de 8%.

  • Bandeira tarifária: em meses de bandeira amarela ou vermelha, cada kWh consumido fica mais caro.

  • Calor extremo: ondas de calor mais longas fazem o ar-condicionado ficar ligado por mais horas ao longo do dia.

  • Aparelhos antigos: equipamentos com muitos anos de uso podem consumir bem mais energia do que modelos atuais com selo Procel A, conforme a Super Rádio Tupi.

  • Fio B: para quem já tem ou pretende instalar energia solar, a cobrança gradual do Fio B, que é a parte da tarifa referente ao uso da rede de distribuição, sobre a energia enviada à rede influencia o cálculo de economia. Em 2026, essa fatia está em 60%, conforme o Canal Solar.

O que fazer agora para reduzir a conta

Alguns cuidados simples no uso do ar-condicionado podem ajudar a diminuir o consumo já nos próximos ciclos de leitura.

  1. Limpar os filtros a cada 15 dias. Filtros sujos podem aumentar o consumo em até 20%, segundo o SimulaConta.

  2. Ajustar a temperatura para a faixa de 23°C a 26°C. Cada grau abaixo de 24°C aumenta o consumo em cerca de 8%, conforme orientação da ANEEL e do Inmetro.

  3. Fechar portas e janelas. Ambientes abertos fazem o aparelho trabalhar o tempo todo, segundo o G1.

  4. Usar o timer e o modo econômico. Programar o desligamento automático durante a madrugada ajuda a evitar horas de uso desnecessárias.

  5. Vedar frestas em portas e janelas. Borrachas de vedação custam pouco e podem reduzir o consumo em 10–15%, segundo o SimulaConta.

  6. Proteger a unidade externa do sol direto. A parte do aparelho que fica do lado de fora trabalha mais quando está exposta ao sol forte, conforme o G1.

  7. Considerar a troca por um modelo inverter. A economia pode chegar a 40% em relação ao convencional, segundo o SimulaConta.

Essas ações ajudam a controlar o consumo do aparelho, mas a tarifa que a distribuidora cobra continua sujeita a reajustes anuais.

Ar-condicionado inverter ou convencional: qual a diferença?

O modelo convencional liga e desliga o compressor sempre em potência máxima. O modelo inverter ajusta a velocidade de forma contínua para manter a temperatura estável, o que tende a gastar menos energia ao longo do tempo.

Essa tecnologia pode consumir de 35% a 40% menos energia, segundo o SimulaConta. Em algumas análises de mercado, a diferença de preço entre os modelos pode ser compensada ao longo do tempo pelo menor consumo de energia, mas esse resultado varia conforme o padrão de uso, a tarifa de energia e as características do equipamento.

O selo Procel e a classificação do Inmetro também fazem diferença. Um inverter com classificação baixa pode consumir próximo de um modelo convencional eficiente. Por isso, vale buscar um aparelho com boa classificação de eficiência.

Por que a conta de luz continua subindo ao longo do tempo?

As dicas de uso eficiente ajudam a gastar menos kWh, mas não mudam a forma como a tarifa é reajustada. Como vimos, a ANEEL projeta alta média de 8% em 2026, e o Fio B, que é a parte da tarifa cobrada pelo uso da rede de distribuição, avança para 75% em 2027 e 90% em 2028, conforme o Canal Solar.

Essa trajetória acontece independentemente do quanto a família se esforça para economizar. Em muitos casos, a pessoa ajusta o uso, mas ainda assim vê a conta crescer ano após ano.

Energia solar: uma solução estrutural para a conta de luz

Um sistema fotovoltaico é um conjunto de placas solares que transforma a luz do sol em eletricidade para uso no imóvel. Com esse sistema, a casa passa a gerar parte da energia que consome no próprio telhado e reduz a dependência da energia comprada da distribuidora.

Vista aérea de um telhado totalmente coberto por painéis solares fotovoltaicos.
Do dimensionamento à instalação, o projeto é do integrador parceiro; o crédito é do banco BV. Financiamento de até 100% para casa, negócio ou condomínio, com a solidez de um banco de mais de 38 anos — crédito para suas conquistas.

A energia solar é hoje a segunda maior fonte da matriz elétrica brasileira, segundo a ABSOLAR. Um sistema fotovoltaico costuma ter vida útil de 25 a 30 anos, conforme o Canal Solar. A economia na conta pode chegar a até 90%, mas o resultado depende do perfil de consumo de cada imóvel.

Quem usa bastante energia durante o dia, como em casas com ar-condicionado ligado nas horas de sol, costuma aproveitar melhor a geração dos painéis. Mesmo assim, a conta de luz não zera, porque o valor mínimo de disponibilidade, que é a cobrança fixa pelo fato de o imóvel estar conectado à rede, continua sendo cobrado pela distribuidora.

Casal abraçado, de costas, observando uma casa com painéis solares ao pôr do sol.
A decisão de investir em energia solar é de longo prazo — e o financiamento é o que a torna possível hoje.

Para entender como o financiamento pode ajudar a tirar esse projeto do papel, simule o financiamento para o seu projeto de energia solar.

Como o Financiamento Solar BV pode ajudar

O valor inicial do projeto costuma ser o principal desafio para quem pensa em instalar energia solar em casa. O Financiamento Solar BV pode ser uma alternativa para quem quer fazer esse investimento sem pagar tudo de uma vez, sempre sujeito à análise e aprovação de crédito.

O Financiamento Solar BV é a solução de crédito do banco BV para quem quer gerar a própria energia, financiando o projeto solar completo.
O Financiamento Solar BV é a solução de crédito do banco BV para quem quer gerar a própria energia, financiando o projeto solar completo.

Por trás do produto está o banco BV, com mais de 38 anos de história e atuação em crédito. De acordo com a pesquisa Greener de março de 2026, o banco BV é a instituição financeira mais lembrada pelos integradores de energia solar. O estudo consultou 9.669 integradores e apontou o Financiamento Solar BV em primeiro lugar no ranking de financiamento de projetos de geração distribuída solar pela décima edição consecutiva.

Nós atuamos como parceiro financeiro nessa jornada. O projeto, os equipamentos e a instalação ficam a cargo do integrador escolhido por você.

A variação regional importa

O custo do projeto de energia solar e a economia na conta variam bastante entre regiões. A quantidade de sol ao longo do ano, a tarifa da distribuidora local e o espaço disponível no imóvel influenciam o tamanho do sistema e o resultado financeiro.

Regiões com maior incidência de sol e boa área de telhado costumam comportar projetos mais vantajosos. Em áreas muito adensadas, como alguns centros urbanos, a instalação pode ser mais complexa. Por isso, a simulação costuma ser o ponto de partida mais indicado para entender o que faz sentido para cada caso. Para conhecer as condições disponíveis para o seu perfil, simule o financiamento para o seu projeto de energia solar.

Perguntas frequentes

Ar-condicionado ligado 8 horas por dia aumenta muito a conta?

Sim. Como mencionamos, um aparelho de 12.000 BTUs ligado 8 horas por dia pode adicionar de 190 a 290 kWh por mês à conta, dependendo da tecnologia do aparelho e da tarifa da região. Em meses de bandeira amarela ou vermelha, esse impacto fica ainda maior, porque cada kWh consumido custa mais.

Vale a pena trocar para um modelo inverter?

Para quem usa o ar-condicionado com frequência, a troca costuma fazer sentido. O modelo inverter ajusta continuamente a velocidade do compressor, em vez de ligar e desligar em potência máxima como o convencional. Isso pode gerar uma economia de 35% a 40% no consumo.

A diferença de preço entre os dois tipos tende a se pagar em 18 a 24 meses de conta mais baixa. Antes de comprar, vale conferir o selo Procel, porque um inverter com classificação baixa pode consumir próximo de um convencional eficiente.

A energia solar ajuda a reduzir o custo do ar-condicionado?

Um sistema de energia solar não muda o consumo do aparelho em kWh, mas pode compensar parte dessa energia com a geração própria. Em imóveis que usam bastante ar-condicionado durante o dia, a produção dos painéis costuma coincidir com o horário de maior uso, o que ajuda a aliviar o impacto na conta.

O Financiamento Solar BV cobre o projeto completo?

O Financiamento Solar BV pode ser utilizado para o projeto de energia solar, incluindo equipamentos e instalação, dependendo da análise e aprovação do perfil de crédito. Nós atuamos como agente financeiro da operação. O projeto, os equipamentos, a entrega e a instalação são de responsabilidade do integrador escolhido por você.

O banco BV instala as placas?

Nós não fazemos a instalação das placas solares. Nosso papel é oferecer o financiamento, sujeito à análise de crédito. A execução do projeto fica com o integrador parceiro escolhido por você.

Dicas ajudam a reduzir a conta, e a energia solar pode complementar

Os cuidados de uso e manutenção do ar-condicionado ajudam a diminuir o consumo e valem a atenção no dia a dia. Mesmo assim, a tarifa de energia continua sujeita a reajustes e tende a subir ao longo dos anos.

Instalar um sistema de energia solar pode ser uma forma de reduzir a dependência da rede elétrica e equilibrar melhor o impacto desses aumentos no orçamento. O Financiamento Solar BV pode ser uma alternativa para quem quer viabilizar esse projeto sem pagar tudo de uma vez, sempre sujeito à análise de crédito. De acordo com a pesquisa Greener de março de 2026, nós somos a instituição financeira mais lembrada pelos integradores de energia solar.

Simule o financiamento para o seu projeto de energia solar e veja as condições disponíveis para o seu perfil.

Sujeito a análise. Consulte condições. De acordo com a pesquisa Greener, março de 2026.


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Qualquer produto ou serviço do banco BV está sujeito à análise e aprovação conforme critérios e políticas internas. O banco BV não se responsabiliza por prazo de entrega, qualidade, adequação, quantidade, vícios, instalação e/ou troca da placa solar, sendo de inteira responsabilidade do instalador ou fornecedor escolhido por você. Use o crédito de forma consciente: antes de contratá-lo, consulte os valores que compõem o Custo Efetivo Total (CET), como juros, tributos, tarifas e outras despesas financiadas, e avalie se o valor das parcelas cabe no seu bolso.

O banco BV nunca solicita senhas e nunca pede qualquer tipo de depósito ou dinheiro adiantado para liberação de crédito.


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