Principais lições deste artigo
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As contas de luz residenciais subiram 12,31% em 2025 e a projeção é de alta de cerca de 8% em 2026, acima da inflação. Nesse cenário, a energia solar aparece como uma alternativa que pode ajudar a reduzir essa despesa.
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O Brasil já possui 3,87 milhões de sistemas de geração distribuída, com 84% deles instalados em residências, mas a maioria dos imóveis que poderiam receber placas solares ainda não gera a própria energia.
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Financiar o projeto permite pagar em parcelas mensais em vez de desembolsar todo o valor de uma vez, enquanto a conta de luz tende a cair. Depois da quitação, o sistema pode continuar gerando energia por 25 a 30 anos.
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Em 2026, o Fio B cobra 60% sobre a energia injetada na rede. Mesmo assim, projetos com alto consumo durante o dia ainda podem chegar a mais de 80% de redução na conta de luz.
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O banco BV lidera o ranking de lembrança entre integradores de energia solar pela décima vez consecutiva, segundo a Greener 2026. Simule seu Financiamento Solar BV.
O mercado brasileiro de energia solar residencial em 2026
O Brasil recebe sol em boa parte do ano e, por isso, tem um grande potencial para gerar energia a partir da luz solar. O mercado de energia solar cresceu de forma consistente na última década. Segundo dados da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), divulgados pelo Canal Solar em janeiro de 2026, o país já conta com 3,87 milhões de sistemas de geração distribuída, que são sistemas instalados diretamente nos imóveis dos consumidores, conectados em 5.565 municípios. Quase 7 milhões de unidades consumidoras recebem créditos de energia gerada por esses sistemas, beneficiando cerca de 21 milhões de pessoas.

Esse alcance coloca a energia solar como a segunda maior fonte da matriz elétrica brasileira, segundo a ABSOLAR. O segmento residencial lidera as conexões. Cerca de 84% de todos os sistemas de geração distribuída instalados no Brasil até abril de 2026 pertencem a consumidores residenciais, de acordo com análise da Solfácil com base em dados da ANEEL.

Mesmo com esse crescimento, a maior parte dos imóveis aptos a receber um sistema fotovoltaico ainda não gera a própria energia. Essa lacuna existe porque o capital inicial necessário para instalar o sistema ainda representa uma barreira para muitas famílias.

Simule o financiamento do seu projeto e descubra se a energia solar cabe no seu orçamento mensal.
O que significa financiar energia solar residencial
Financiar energia solar significa pagar o projeto em parcelas mensais em vez de desembolsar todo o valor de uma vez. Essa opção torna o projeto viável para muitas famílias porque o valor de um sistema fotovoltaico, o conjunto que transforma a luz do sol em eletricidade, pode representar um investimento alto.
A lógica é simples. A conta de luz não tem fim e costuma subir acima da inflação. O financiamento tem prazo definido. Quando ele termina, a geração de energia continua. A vida útil de um sistema fotovoltaico é de 25 a 30 anos, segundo o Canal Solar em janeiro de 2025. Isso significa que, depois de quitar o financiamento, o sistema pode seguir gerando energia por mais de duas décadas.

Critérios para avaliar opções de financiamento
Escolher como financiar um projeto de energia solar exige atenção a alguns pontos práticos. O foco não é só comparar marcas, mas entender o que ajuda a manter o orçamento organizado ao longo do tempo. Quatro critérios ajudam a separar ofertas que cabem no bolso daquelas que podem trazer surpresas.
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Parcela previsível: saber exatamente quanto vai pagar durante todo o contrato ajuda a planejar o orçamento. Parcelas fixas reduzem o risco de surpresas ao longo do tempo.
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Cobertura do projeto completo: buscar um financiamento que possa cobrir não só as placas solares, mas também o inversor solar, que é o equipamento que converte a energia gerada em energia utilizável pelos aparelhos da casa, e a instalação. Financiar só parte do projeto pode deixar uma parte importante sem solução.
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Solidez da instituição financeira: um contrato de financiamento é um compromisso de médio ou longo prazo. Contar com um banco com histórico sólido e presença nacional traz mais segurança para essa decisão.
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Análise de crédito especializada: instituições com experiência em crédito tendem a avaliar o perfil do solicitante com mais profundidade, o que pode ampliar as possibilidades de aprovação, sempre dentro das políticas internas.
Consultar o Custo Efetivo Total (CET), que é o custo completo do financiamento somando juros, tributos e demais despesas, antes de assinar qualquer contrato é uma prática recomendada. Esse número permite comparar ofertas de forma mais justa.
O que muda em 2026: Fio B e novas regras
A Lei 14.300/2022, que é o marco legal da geração distribuída no Brasil, trouxe uma transição gradual nas regras para quem instala um sistema fotovoltaico. Uma das mudanças mais relevantes é a cobrança do Fio B, que é a parte da tarifa de energia ligada ao uso da rede de distribuição, sobre a energia que o sistema injeta na rede elétrica.
Para sistemas conectados a partir de janeiro de 2023, essa cobrança aumenta progressivamente a cada ano. Em 2026, ela está em 60%, conforme o Canal Solar em janeiro de 2026. Em 2027, sobe para 75%. A energia que o sistema gera e o imóvel consome diretamente, no mesmo momento, não sofre essa cobrança. Já a energia que vai para a rede e volta em forma de créditos para abater contas futuras tem uma parcela descontada.
Na prática, quem usa mais energia durante o dia, enquanto o sistema está gerando, tende a aproveitar melhor o projeto. Quem consome principalmente à noite injeta mais energia na rede e sente mais o efeito do Fio B.
Mesmo com essa mudança, sistemas bem planejados, com alto consumo durante o dia, ainda podem superar 80% de redução na conta de luz em 2026, segundo análise da Ops Energia de maio de 2026. O projeto continua podendo ser vantajoso. O que muda é a importância de entender as regras antes de decidir.
A conta de luz não zera com a energia solar. O valor mínimo de disponibilidade, que é a cobrança fixa pelo custo de manter o imóvel conectado à rede, continua sendo cobrado pela distribuidora local.
Financiamento Solar BV: a solução mais lembrada pelos integradores
Nós somos a instituição financeira mais lembrada pelos integradores de energia solar, de acordo com o Estudo Estratégico de Soluções Energéticas Distribuídas (SED) 2026 da Greener, divulgado em março de 2026, com 9.669 respostas de integradores. Esse estudo mostra o banco BV em primeiro lugar no ranking pela décima edição consecutiva, conforme o Cenário Energia em março de 2026. Integradores são as empresas que projetam e instalam os sistemas fotovoltaicos e acompanham de perto as opções de crédito disponíveis.

Com mais de 38 anos de história e especialização em crédito, nós avaliamos perfis com profundidade, usando dados e tecnologia para analisar a capacidade de pagamento além do histórico mais superficial. Essa experiência conta em uma decisão de valor alto e prazo longo como um projeto de energia solar.
O Financiamento Solar BV pode ser utilizado para o projeto completo, incluindo placas solares, inversor solar e instalação, sempre sujeito à análise de crédito. Nós atuamos como agente financeiro, liberando o crédito ao parceiro integrador escolhido. A execução do projeto, a entrega dos equipamentos e a instalação ficam sob responsabilidade do integrador.
Nós contamos com milhares de parceiros integradores em todo o Brasil e com gerentes de relacionamento presentes em diferentes regiões. O cliente pode iniciar pelo simulador no site e ser conectado a um parceiro próximo, ou encontrar o financiamento diretamente no ponto de venda do integrador.
Perguntas frequentes sobre financiamento energia solar residencial
Energia solar ainda vale a pena com as novas regras de 2026?
A energia solar pode continuar fazendo sentido para muitos imóveis, mesmo com as novas regras. A cobrança do Fio B incide apenas sobre a energia que o sistema injeta na rede, não sobre a energia consumida diretamente no imóvel no momento em que é gerada. Quem usa energia durante o dia tende a aproveitar melhor o sistema. Além disso, a tarifa de energia segue subindo acima da inflação, o que aumenta o peso da conta de luz no orçamento. O mais prudente é entender as regras e conversar com um integrador que planeje o projeto de acordo com o perfil de consumo do imóvel.
Se eu financiar, continuo pagando a conta de luz?
Sim. A conta de luz continua chegando, mas tende a ser menor do que antes. O sistema fotovoltaico reduz o consumo que você compra da distribuidora, e essa redução pode chegar a até 90% na conta, segundo a ABSOLAR. O valor mínimo de disponibilidade, que é a cobrança fixa pelo custo de manter o imóvel conectado à rede, continua sendo cobrado. Durante o período do financiamento, você paga as parcelas e uma conta de luz reduzida. Quando o financiamento termina, o sistema pode continuar gerando energia por muitos anos.
O Financiamento Solar BV cobre só as placas ou o projeto inteiro?
O Financiamento Solar BV pode ser utilizado para o projeto completo, incluindo as placas solares, o inversor solar e a instalação. Nós liberamos o crédito diretamente ao parceiro integrador, e quem executa a obra é o integrador escolhido pelo cliente. As condições do financiamento dependem da análise do perfil de crédito.
Meu score de crédito não é alto. Consigo financiar?
Toda operação passa por análise de crédito e segue as políticas internas do banco. O que nós oferecemos é uma análise conduzida por uma instituição com mais de 38 anos de especialização em crédito, que usa dados e tecnologia para avaliar a capacidade de pagamento de forma mais completa. Não é possível garantir aprovação, mas a análise busca enxergar o perfil como um todo.
Como funciona a simulação do Financiamento Solar BV?
A simulação está disponível no site do banco BV e é gratuita, sem compromisso. Você informa alguns dados e recebe uma estimativa das parcelas mensais conforme o prazo escolhido. Esse passo ajuda a entender a ordem de grandeza do projeto antes de qualquer decisão. O resultado da simulação é uma estimativa, não o projeto final. O valor real depende do projeto feito pelo integrador e das etapas de aprovação junto à distribuidora de energia local.
Próximos passos: entenda suas opções de financiamento
As contas de luz sobem, as regras mudam e o mercado de energia solar continua em expansão. Para quem tem um imóvel com área exposta ao sol e quer reduzir essa despesa de forma mais estrutural, o financiamento pode ser uma alternativa para viabilizar o projeto sem precisar desembolsar todo o valor de uma vez.
O primeiro passo é entender a ordem de grandeza do projeto para o seu caso. A simulação do Financiamento Solar BV é uma forma direta de fazer isso, gratuita, sem compromisso e disponível online. A partir daí, nós podemos conectar você a um parceiro integrador próximo para avançar com o projeto.
Sujeito a análise. Consulte condições.
Esta página tem como objetivo compartilhar conteúdos sobre temas do mercado financeiro para estimular práticas conscientes relacionadas a produtos e serviços de crédito. O material publicado é meramente informativo, não constitui recomendação, orientação técnica ou garantia de resultados. Os textos são elaborados por empresa parceira. O banco BV e suas empresas coligadas não se responsabilizam por prejuízos decorrentes da utilização deste conteúdo como referência para tomada de decisão e/ou outros fins.
Qualquer produto ou serviço do banco BV está sujeito à análise e aprovação conforme critérios e políticas internas. O banco BV não se responsabiliza por prazo de entrega, qualidade, adequação, quantidade, vícios, instalação e/ou troca da placa solar, sendo de inteira responsabilidade do instalador/fornecedor escolhido por você. Use o crédito de forma consciente: antes de contratá-lo, consulte os valores que compõem o Custo Efetivo Total (CET), como juros, tributos, tarifas e outras despesas financiadas, e avalie se o valor das parcelas cabe no seu bolso.
O banco BV nunca solicita senhas e nunca pede qualquer tipo de depósito ou dinheiro adiantado para liberação de crédito.
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