Como funciona a composição da parcela de um contrato​ de empréstimo pessoal?

Contratar um empréstimo pessoal, às vezes, se torna necessário. É importante entender como ele é composto antes de fechar qualquer negócio. Saiba mais!

Categoria: Crédito Pessoal

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Se você tem algum sonho de consumo, pode ser uma boa ideia buscar um contrato de empréstimo pessoal para realizá-lo. Afinal, poder receber esse dinheiro agora e pagá-lo aos poucos deixa tudo bem mais fácil para quem quer alcançar certos objetivos.

No entanto, não basta pegar qualquer tipo de empréstimo pessoal. Para conseguir realizar os seus sonhos sem problemas no futuro, é essencial entender como as parcelas de pagamento são compostas.

Isso é importante porque, de acordo com o SPC, não saber como lidar com o crédito pessoal é a maneira mais fácil de ter problemas financeiros. No entanto, se você souber como as parcelas são compostas, poderá se planejar direito e não terá complicações.

Quer aprender como um contrato de empréstimo pessoal funciona? Será que esse recurso é o ideal para a realização dos seus sonhos? Neste artigo, vamos explicar essas e outras questões para você. Acompanhe!

Como funciona a composição da parcela de um contrato​ de empréstimo pessoal?

Você provavelmente já sabe que é importante se planejar quando lidar com qualquer tipo de crédito. Afinal, quanto mais preparo, mais fácil é pagar as parcelas e usar bem esse recurso.

Portanto, para poder fazer um bom planejamento, é essencial entender como funciona a composição da parcela de um contrato de empréstimo pessoal. Isso porque, se você sabe como as parcelas funcionam na prática, vai poder fazer as contas em casa e ver o que será ou não possível na sua situação.

Explicando de maneira simples, existem dois elementos dentro de uma parcela de empréstimo pessoal. São eles:

  • valor do empréstimo;
  • juros.

No entanto, é importante lembrar que o valor total não consiste apenas no crédito solicitado. Há ainda o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), o seguro e algumas taxas que podem ser adicionadas nisso. Para ficar mais fácil de entender, veja o exemplo a seguir.

Suponha que você quer solicitar crédito pessoal de R$2.500,00. Esse é o valor do seu crédito. Além dele, ainda precisamos adicionar o IOF (que é 0,38% sobre o valor emprestado e mais 0,0082% por dia de empréstimo) e o seguro.

Para simplificar a conta, vamos só adicionar os 0,38% do IOF (que dá R$9,50). Isso porque o seguro e as taxas variam de banco para banco e o nosso exemplo serve só para explicar mesmo como funciona.

Nesse caso, o valor do empréstimo seria de R$2.509,50. É sobre esse dinheiro que os juros incidirão.

Tabela Sac x Tabela Price

Antes de avançarmos para falar dos juros, precisamos explicar um outro detalhe sobre as composições das parcelas de um contrato de empréstimo pessoal: o método de amortização.

Existem duas formas de calcular as parcelas de um contrato. São elas:

  • Tabela SAC;
  • Tabela Price.

A primeira (que significa Sistema de Amortização Constante) tem valores variáveis em cada parcela. Na verdade, o primeiro pagamento do empréstimo é o maior e os valores vão caindo progressivamente até a última mensalidade, que é a menor de todas. Isso acontece porque todos os meses o valor amortizado do saldo devedor é constante. Isso significa que os juros incidirão sobre valores cada vez menores, o que reduz naturalmente a parcela.

Já a Tabela Price é diferente. Ela tem um valor de parcela constante, por exemplo, R$750,00 por mês. No entanto, para ser assim, as primeiras parcelas pagam uma quantia maior dos juros e menor do saldo devedor. Depois, com o tempo, a composição inverte até as últimas mensalidades pagarem mais do saldo devedor e menos dos juros.

Para resumir, o que você precisa entender é que a Tabela SAC começa com pagamentos maiores e termina com mensalidades menores, enquanto a Tabela Price gera parcelas no mesmo valor por todo o empréstimo.

Como os juros são calculados?

O que falta para compreender como funcionam as parcelas de um contrato de empréstimo pessoal é entender a formação dos juros. Afinal, como os bancos definem qual será a taxa de juros cobrada?

Eles fazem isso levando em consideração 5 fatores. São eles:

  • Taxa Selic: a Selic é a taxa básica de juros da economia nacional. Ela funciona como o ponto de partida para os cálculos de juros em empréstimos pessoais. Os juros cobrados pelo banco, portanto, começam no mesmo patamar da Selic e vão recebendo outras influências;
  • Política do Banco: cada instituição de crédito tem uma política própria para lidar com empréstimos. Alguns podem querer facilitar os créditos, outros não se sentem tão confiantes assim. Por isso, cada instituição tem a sua própria formação de juros e pode cobrar mais ou menos em determinado momento;
  • Valor do Empréstimo: dependendo do valor do crédito solicitado, os juros podem ser maiores ou menos. É preciso ter em mente que os juros refletem o risco de um empréstimo. Se o valor pedido for muito alto, há mais risco e, portanto, mais juros;
  • Prazo de Pagamento: assim como o valor do crédito aumenta o risco, o prazo de pagamento também. Quanto maior o prazo, maiores são as chances da pessoa ter algum problema e não conseguir pagar. Portanto, mais risco e mais juros;
  • Score Pessoal: o último valor levado em conta é o Score de Crédito de quem pede o empréstimo. Quanto maior o Score, melhor é o histórico de crédito da pessoa e, portanto, menos risco ela oferece. Por isso, menores os juros. Assim, é importante saber participar de um processo de renegociação de dívidas (caso você as tenha) para poder aumentar o seu Score e reduzir os juros.

Como conseguir um empréstimo pessoal?

Pronto! Agora você já sabe bem como funciona a composição da parcela de um contrato de empréstimo pessoal. Viu só como existem vários elementos a considerar no seu planejamento?

Se você quer um empréstimo pessoal e considera que essa é a melhor opção para realizar o seu objetivo, então é importante traçar um plano para lidar bem com a situação. Afinal, um crédito é uma ótima ferramenta disponível no mercado — desde que você saiba usá-la.

O primeiro passo, claro, é definir quanto você precisa e quanto é possível pagar por mês. Segundo a Lei, a parcela de um empréstimo só pode ocupar 30% da sua renda bruta mensal, o que significa que você tem um limite para o valor das mensalidades que pode pegar. Se você souber qual é esse valor, pode simular um empréstimo nas ferramentas de simulação de vários bancos.

Depois, o próximo passo é comparar as propostas de empréstimos de várias instituições financeiras. O primeiro ponto a ser visto é o Custo Efetivo Total de cada oferta. Já o segundo é analisar quais as condições de pagamento e ver se as propostas cabem dentro do seu orçamento mensal.

Se você concluiu que o contrato de empréstimo pessoal é a sua melhor opção, fez as simulações e chegou até uma proposta que cabe no seu bolso e tem o melhor CET do mercado, então o seu planejamento foi bem feito!

Agora que você já está leu tudo isso, está na hora de iniciar o processo de simulação de empréstimos. Por isso, venha conhecer nossa opção de crédito pessoal e saiba como o BV pode ajudar você a realizar seus sonhos!

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