Confira nosso guia de como se preparar para a aposentadoria

Todos os jovens e adultos deveriam se preparar para a aposentadoria a fim de aproveitar a melhor idade com tranquilidade.

Categoria: Dicas Financeiras

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Aposentar com tranquilidade financeira é o propósito de muita gente, mas grande parte desse pessoal não sabe como se preparar para a aposentadoria, o que pode ser um grande desafio para alguns.

Um dado preocupante levantado pela SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) aponta que 4 em cada 10 jovens do Brasil não se organizam para esse momento de descanso. Isso porque nem sempre é fácil separar uma parcela dos ganhos mensais para um futuro "tão distante". Porém, essa é uma prática indispensável para aqueles que desejam chegar à terceira idade com um bom dinheiro ao seu dispor.

Sendo assim, é importante começar o antes. Para isso, basta partir do planejamento financeiro pessoal, que se apoia na definição de técnicas de economia que serão realizadas ao longo do caminho.

Continue lendo este guia para aprender como se preparar para a aposentadoria, bem como conhecer as novas regras do INSS que entraram em vigor no início de 2020. Confira!

Por que se preocupar com a aposentadoria agora?

O envelhecimento é um processo inevitável e natural. É completamente possível viver os anos de aposentadoria com disposição e saúde para realizar sonhos que até então eram muito distantes. E você, como deseja vivenciar esse momento?

Entenda a importância de se preocupar com a aposentadoria.

Não depender do benefício do INSS

A Previdência Social é um seguro financeiro público que garante fonte de renda ao trabalhador que já cumpriu seu tempo de trabalho e contribuição. O teto previdenciário atual é R$6.101,06, e poucas pessoas atingem esse valor. Além disso, ele está sujeito a mudanças constantes.

Logo, é importante buscar novas formas de complementar o benefício liberado pelo INSS algumas décadas antes de dar entrada na aposentadoria, para não depender unicamente dessa fonte de renda.

Poder aproveitar mais o tempo

Quando a aposentadoria é planejada, você tem a oportunidade de fazer o que gosta após passar anos lidando com a vida pessoal e profissional ao mesmo tempo.

É comum que algumas pessoas continuem trabalhando mesmo após se aposentarem, pois não conquistaram a estabilidade financeira desejada com o valor recebido. Portanto, se você quer realmente descansar, conhecer novos lugares, ou seja, realizar qualquer coisa do seu interesse, é importante se preparar desde cedo.

Contribuir com o valor correto

Ou destaque ligado ao planejamento previdenciário é a possibilidade de contribuir com o valor ideal. O cálculo da aposentadoria utiliza uma média de contribuição, logo, não é necessário colaborar com o teto durante todo o período.

Muitos profissionais, especialmente os autônomos, pagam mais do que o necessário. Com o devido planejamento, é possível calcular a média ideal. Aqui, é recomendado procurar um contador ou um advogado trabalhista para definir a contribuição ideal até você se aposentar.

Garantir o recebimento do melhor benefício possível

Sua aposentadoria deve ser embasada no planejamento previdenciário para avaliar as modalidades que podem ser aplicadas na sua categoria profissional. Além disso, com o tempo distante para dar entrada nesse benefício, você pode aproveitá-lo para complementar a renda, poupar dinheiro e investir. Assim, quando esse momento chegar, você conservará o mesmo patamar de vida de quando estava na ativa.

As novas regras do INSS já fazem parte das nossas vidas. Por isso, nada melhor do que listar as mudanças mais significativas da Nova Previdência para compreender como elas funcionam na prática. A conta é simples: quanto mais tempo você economiza e investe sua grana, maiores serão os seus rendimentos.

Os anos passam muito rápido, e é comum perceber isso quando já é tarde. No entanto, quando você começa a trabalhar pensando lá na frente, maiores serão as chances de se aposentar com sucesso financeiro e qualidade vida.

O que diz as novas regras do INSS?

As novas regras no INSS já fazem parte das nossas vidas. Por isso, nada melhor do que listar suas mudanças mais significativas para compreender como elas funcionam na prática. Veja.

Regras de transição

Elas foram definidas para que trabalhadores que já estão próximos de se aposentarem sejam beneficiados pela transição entre os dois regimes, para não comprometer o cálculo para sua aposentadoria. As cinco regras são:

  • Idade progressiva: determina, de forma gradativa, a adaptação da idade mínima para homens e mulheres;
  • Sistema de pontos: a soma do período de contribuição com a idade do contribuinte precisa atingir, pelo menos, 96 pontos para homens e 86 para mulheres. Esse valor sobe um ponto por ano até chegar a 105 pontos para homens e 100 pontos para mulheres em 2033;
  • Idade mínima: para quem contribuiu por pouco tempo, mas já está chegando na idade de se aposentar com base no antigo regime previdenciário;
  • Pedágio de 50%: onde o trabalhador tem somente dois anos ou menos para dar entrada na sua aposentadoria. Nesse caso, se ele pagar 50% do valor de contribuição sobre o período que falta para ter direito ao cálculo da antiga regra;
  • Pedágio de 100%: idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 para homens, sendo necessário pagar 100% da contribuição para os anos que faltariam completar.

Idade mínima

A nova idade mínima para dar entrada na aposentadoria é de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, com exceção para a categoria rural, na qual, os 60 anos completos, para ambos os sexos, já contam para se aposentar.

Pensão por morte

Viúvos e viúvas ficam com 50% da pensão, adicionados de 10% por dependente que mora sob o mesmo teto. Se o casal não tem filhos, o cônjuge em vida, terá direito a 50% + 10% por ser dependente do finado. Porém, se existirem descendentes, a cada um, 10% serão adicionados até atingir 100%.

Recebimento integral do benefício

O valor total do INSS — teto de R$6.101,06 — apenas será concedido para quem contribuir por 40 anos. Com 20 anos de colaboração, a porcentagem chegará a 60%, acrescentando 2% a cada ano após esse período.

Aposentadoria por tempo de contribuição

Além da idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 para homens ainda tem a contribuição mínima necessária de 20 anos, porém a aposentadoria por tempo de contribuição deixou de existir.

Isso porque na Nova Previdência, todos os contribuintes só poderão dar entrada ao benefício se cumprirem as regras da idade mínima mais o período de contribuição. O Governo comprovou que a média das mulheres que se aposentam por idade é de 61 anos e meio e dos homens 65 anos e meio. Assim, as mudanças estão bastante compatíveis com as condições atuais.

Alíquotas de contribuição

Existem diferenças de contribuição entre o setor privado e público. Confira.

Setor Privado

Profissionais que ganham até um salário-mínimo pagam menos, já os que faturam mais, contribuem mais. As mudanças das alíquotas ocorrem da seguinte forma:

  • até um salário-mínimo: de 8 % para 7,5%;
  • de R$998,01 a R$2.000,00: de 7,5% para 8,25%;
  • de R$2.001,00 a R$3.000,00: de 8,25% para 9,5%;
  • de R$3.001,00 a R$6.101,06: de 9,5% a 11,68%.

O objetivo do Governo é contar com alíquotas com base no salário, assim como já acontece com o Imposto de Renda (IR).

Setor Público

Os funcionários públicos que recebem salários altos devem pagar mais. No Regime Próprio da Previdência Social (RPPS) antigo, a contribuição máxima era de 11,68% sobre todo o tipo de remuneração.

Com a mudança, a lógica também passa a ser igual ao IR, seguindo as categorias salariais dos servidores públicos.

As alíquotas de até R$6.101,06 são idênticas ao setor privado. Porém, para quem ganha esse valor, tem de pagar um pouco mais. Veja:

  • de R$6.101.06 a R$10.000,00: de 11,68% para 12,68%;
  • de R$10.000,00 a R$20.000,00: de 12,68% para 14,18%;
  • de R$20.000,00 a R$30.000,00: de 14,86% para 16,79%;
  • acima de R$30.000,00: de 16,79% para 22%.

Como definir o quanto poupar todo mês?

Por mais difícil que pareça poupar todo mês, essa tarefa é relativamente simples — desde que você tenha um plano financeiro bem fundamentado. Para isso, levante alguns dos seguintes fatores:

  • quanto recebe;
  • quanto desse valor vem de investimentos e renda;
  • quanto gasta;
  • quanto pretende ter todos os meses na conta na hora de se aposentar;
  • estilo de vida;
  • probabilidade de dependentes na família.

Como todas essas condições afetam sua renda de forma direta, elas devem ser analisadas com muita atenção. Dessa forma, você saberá quanto terá de poupar para se aposentar com tranquilidade. Pense no seu padrão de consumo hoje e no que deseja obter ao longo da sua carreira. Depois, defina um plano econômico mensal e transforme-o em hábito.

Como poupar sem passar aperto na juventude?

Após definir quanto poupar, basta colocar o plano em prática desde cedo. Veja nossas dicas para guardar dinheiro durante sua caminhada rumo à aposentadoria, sem passar aperto.

Classifique suas gastos e rendas

Marque todas as suas transações e separe-as por categorias. Por exemplo, inclua o supermercado na categoria alimentação e o gasto com o cineminha de sexta-feira na categoria lazer. Faça o mesmo com suas fontes de renda, registre e classifique-as como renda principal (salário), trabalhos freelance, recebimento de aluguel etc.

Corrija seus hábitos

Após conhecer seus ganhos e gastos, a próxima etapa é descobrir onde você pode diminuir ou eliminar despesas. Mudar algumas atitudes diárias já ajuda obter sucesso. Que tal reduzir o consumo de água da casa, desligar aparelhos eletrônicos da tomada e apagar as luzes assim que sair de um cômodo?

Consiga uma renda extra

Em vez de ficar dependente do salário, tente novas opções de renda. Você pode utilizar seu carro para fazer viagens por meio de aplicativos, fotografar eventos nos finais de semana, dar aulas, vender doces e salgados para seus amigos ou, quem sabe, produzir ou revisar textos de marketing de conteúdo. Considere o que você gosta de fazer e abrace uma nova oportunidade profissional.

Use o cartão de crédito com sabedoria

Utilize seu cartão de crédito somente em condições especiais, como a compra de um produto mais caro ou de passagens aéreas, com poucas parcelas. Assim, você não terá de pagar faturas muito altas por tempo prolongado, gerando economia e evitando compras por impulso.

Economize no lazer

Você é jovem e deve aproveitar sua juventude ao máximo, mas a dica é escolher programas mais econômicos, como frequentar eventos gratuitos (shows, congressos e palestras) ou assistir filmes em casa com os amigos.

Programe-se para quitar suas dívidas

Quem tem pouco dinheiro no começo da carreira profissional, pode se atrapalhar com as contas. Se você passa por isso, planeje-se para quitar os débitos pendentes. Você pode registrar as dívidas por ordem de valor. Assim, você se concentra em pagar as que apresentam juros maiores, livrando-se de todas elas o mais rápido possível.

Planeje o cardápio da semana

Isso mesmo! Até o cardápio semanal deve fazer parte das suas medidas econômicas, pois costumamos gastar muito com comida, especialmente fast food e delivery (que se tornou ainda mais cômodo devido à quarentena). O segredo está em montar uma dieta variada e barata, com alguns itens que você não abre mão de consumir (é claro), desde que sejam comprados em pouca quantidade.

Monte uma lista de compras

Quando se cria o costume de fazer uma lista, você diminui o tempo gasto com a ida ao supermercado e também evita compras desnecessárias. Para não correr o risco de esquecer algo na hora de sair de casa, deixe um bloco de papel na cozinha ou instale um aplicativo para anotar os produtos em falta.

Não faça compras com fome

Não faça compras quando estiver em jejum ou algumas horas sem comer. Isso porque você corre o risco de pegar alguns produtos por impulso, cedendo à tentação de levar guloseimas que não compraria se não estivesse com fome. Então, antes de sair, forre seu estômago.

Observe os preços ao passar pelo caixa

Quem nunca colocou um item no carrinho por um valor e quando chegou no caixa o preço era outro? Mesmo uma diferença de poucos reais pode prejudicar o seu orçamento familiar, principalmente se levar alguns itens iguais ao mesmo tempo. Por isso, verifique os valores na hora de pagar.

Faça uma horta em casa

Você gosta de plantas? Se sim, prepare um espaço bem iluminado e arejado na sua casa para plantar legumes, hortaliças, ervas finas (temperos) e frutas de fácil cultivo. Dessa forma, você economiza uma grana e tem alimentos frescos a seu dispor.

Desconfie das promoções

A palavra promoção é música para os ouvidos, mas é preciso ter cuidado na hora de aproveitar essas oportunidades nos estabelecimentos ou na internet. É comum encontrar pelas prateleiras os famosos “Leve 3 por 9,99” ou “Leve 3, Pague 2”, bem como receber e-mails com vouchers de 50% ou 60% de desconto.

Nesse caso, você precisa ver se realmente precisa desses itens e também observar ou perguntar o prazo de validade, pois alguns produtos baratos apresentam um vencimento mais curto.

Evite comprar produtos perecíveis mensalmente

Embora as compras mensais sejam mais cômodas, esse costume pode não ser tão eficiente, ainda mais quando o assunto é as mercadorias perecíveis. Carnes, legumes, frutas, verduras e alguns alimentos já prontos para o consumo — como os derivados do leite —, sofrem correção de preços com frequência. Sem contar que a validade costuma ser mais curta.

Nesse caso, o recomendado é fazer essas compras toda semana. Outra vantagem de frequentar o mercado regularmente é aproveitar as ofertas e promoções do dia, como o “Dia da Carne” ou o “Dia da Feira”.

Utilize a tecnologia

Existem diversos aplicativos de controle financeiro pessoal que podem ajudar a reduzir os gastos mensais. Com essa ferramenta, você saberá onde e quando seu dinheiro sai da carteira.

Além disso, algumas funcionalidades podem ajudar muito na hora de buscar bons investimentos, pois fazem simulações e realizam aplicações diretamente do smartphone.

Defina metas financeiras

Definir metas financeiras é fundamental para reforçar o ritmo de poupar dinheiro no dia a dia. Elas precisam ser gradativas — a fim de aumentar o desafio aos poucos — compatíveis com a sua realidade. Além disso, elas precisam ser atingíveis para evitar desleixo ao longo do caminho.

Pratique a economia colaborativa

A economia colaborativa nada mais é do que a tentativa de diminuir o consumo desenfreado ajudando o próximo de alguma forma. Por meio de hospedagens, venda de roupas usadas e oferecimento de carona para destinos em comum, você ganha uma grana com pequenas atitudes solidárias, unindo o útil ao agradável.

Onde investir as economias da aposentadoria?

Após poupar uma boa quantia, é preciso investir para aumentar seu rendimento até chegar o momento da aposentadoria. Pensando nisso, reunimos algumas opções interessantes. Veja a seguir.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma opção interessante. Ele é um programa do Governo que oferta títulos de dívida para investidores, de forma simples e prática. É uma ótima pedida para quem quer deixar a poupança e ingressar na categoria das aplicações.

O Tesouro Direto garante as seguintes opções de juros:

  • rentabilidade prefixada (juros anuais);
  • rentabilidade pós-fixada (relacionada à taxa Selic);
  • rentabilidade híbrida (com juros fixos com a variação da inflação do país).

Um destaque é que a liquidez dos títulos é elevada, pois o Banco Central recompra qualquer um dos títulos antes de vencerem no mercado. A transação feita cai na conta da corretora um dia útil após a ordem de venda.

Vale mencionar que a taxa de custódia do Tesouro Direto é cobrada pela Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), sendo 0,3% sobre o capital investido, além de uma taxa de administração, dependendo da instituição financeira.

A página oficial do Tesouro Direto apresenta um simulador de investimentos para você fazer testes antes de aplicar o seu dinheiro. No site, você escolhe o valor e o tempo de aplicação e descobre quanto terá ao fim do período. Simples e prático.

LCI/LCA

Uma das alternativas de como se preparar para a aposentadoria é a Letra de Crédito de Imobiliário e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCI/LCA). Esses títulos não incidem Imposto de Renda nem taxas de custódia ou administração. Ou seja, se parecem com a poupança, mas geralmente são mais expressivos no tocante à rentabilidade.

É importante destacar que os retornos relacionados a esses títulos dependem dos requisitos definidos pelas instituições bancárias/financeiras, prazo de vencimento, rating de crédito emissor, investimento mínimo e liquidez. Além disso, quanto mais longo o título, maior o rendimento.

CDB

A rentabilidade do Certificado de Depósito Bancário e a grande variedade de títulos fazem dessa uma ótima opção. O CDB é indicado para investidores iniciantes e experientes. É ideal para começar a carteira e diversificar investimentos.

Além disso, todos os CDBs são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até a faixa de R$250.000 por Pessoa Física ou Pessoa Jurídica, por total de investimentos e depósitos em cada instituição ou sociedade financeira, limitado ao teto de R$1.000.000.

Fundo de Renda Fixa

Os fundos de investimentos são alternativas um pouco mais completas. Ao fazer um aporte (que pode ser uma pequena contribuição) e se tornar um cotista, você tem o direito de comprar ativos.

Esse tipo de fundo pode ser classificado entre “conservadores”, “moderados” e “ousados”. Nesse caso, se você não quer arriscar seu dinheiro, escolha o fundo de Renda Fixa que oferece boa liquidez.

Fundos Imobiliários

Os fundos imobiliários são excelentes para investimentos a longo prazo. Contudo, vale reforçar que o mercado financeiro é bastante dinâmico, logo, o que está favorável hoje pode não estar bom daqui a alguns anos. É possível investir nessa categoria por meio de uma corretora. Nesse caso, é preciso ter cautela com as alterações do valor da cota.

Essa alternativa é recomendada para pessoas com perfil moderado. Entre os pontos positivos está a possibilidade de receber parcelas isentas de Imposto de Renda, além de contar com a valorização da cota do fundo.

Previdência Privada

Quando o foco é investimento no futuro, a Previdência Privada se destaca. Existem duas alternativas mais comuns:

  • Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL): é ideal para quem faz declaração de IR, pois ele abate as contribuições na declaração. A tributação incide sobre o dinheiro aplicado, mais o rendimento;
  • Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL): é indicada para quem declara IR por meio do formulário simplificado. Nessa modalidade, a tributação ocorre somente sobre o rendimento.

Além disso, também é preciso estudar as taxas de administração e outras alíquotas cobradas pelas instituições financeiras.

Então, o que achou do nosso guia sobre como se preparar para a aposentadoria? Esperamos que ele tenha inspirado sua vida financeira, a fim de tornar bons costumes financeiros em hábito. Ao avaliar suas economias e definir como pretende chegar na melhor idade, você terá bastante tempo para chegar lá e desfrutar de bastante conforto e tranquilidade.

Se você curtiu este material e deseja aprimorar seus conhecimentos sobre o tema, que tal conferir nosso passo a passo para fazer o seu planejamento financeiro?

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